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Perguntas e respostas sobre Vacinação

Perguntas e respostas sobre Vacinação

Não, a vacina contra febre amarela não possui timerosal em sua formulação. Conforme descrito na bula, a vacina contra a febre amarela por Bio-Manguinhos/Fiocruz contém excipientes como a sacarose, glutamato de sódio, sorbitol, gelatina bovina hidrolisada, eritromicina e canamicina.

 

Fonte: Instituto de Tecnologia em...

Não, a vacina contra febre amarela não possui mercúrio em sua formulação, e nenhum outro metal. Conforme descrito na bula, a vacina contra a febre amarela produzida por Bio-Manguinhos/Fiocruz contém excipientes como a sacarose, glutamato de sódio, sorbitol, gelatina bovina hidrolisada, eritromicina e canamicina.

 

Fonte: ...

Não, a vacina contra febre amarela não possui tartrazina em sua formulação, e nenhum outro corante. Conforme descrito na bula, a vacina contra a febre amarela produzida por Bio-Manguinhos/Fiocruz contém excipientes como a sacarose, glutamato de sódio, sorbitol, gelatina bovina hidrolisada, eritromicina e canamicina.

 

Fonte:...

Não é verdade. A vacina é segura e de boa qualidade, possui certificação da Organização Mundial da Saúde e não existe qualquer evidência científica que aponte que pessoas tiveram problemas no fígado ou rins. Essas doenças podem ocorrer em diversas situações e não devem, em hipótese alguma, servir de argumento para as pessoas deixarem de se...

Isso é apenas um boato sem qualquer fundamento. Não há nenhuma conspiração nesse sentido e nem houve aquisição de grande quantidade de vacina que precise ser utilizada. A vacina usada no Brasil é produzida pela Fiocruz e é certificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

Fonte: Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

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Não é verdade. Um estudo realizado pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) para acompanhar possíveis mudanças genéticas no vírus da febre amarela realmente identificou mutações no vírus, resultado publicado em 2017. Porém, como divulgado textualmente na própria comunicação original da Fiocruz, em 2017, não há qualquer impacto destas mutações...

Não é verdade. Os riscos por não tomar a vacina são maiores, já que a pessoa fica sem uma das principais formas de prevenção contra a doença.

 

Fonte: Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

 

Essa afirmação é errada e absurda. As doenças evitáveis por vacinas não têm que ser "fatos da vida". Enfermidades como sarampo, caxumba e rubéola são graves e podem levar a complicações graves em crianças e adultos, incluindo pneumonia, encefalite, cegueira, diarreia, infecções de ouvido, síndrome da rubéola congênita (caso uma mulher seja...

Não existe evidência que sugira que a quantidade de tiomersal utilizada nas vacinas represente um risco para a saúde. O tiomersal é um composto orgânico, que contém mercúrio, adicionado a algumas vacinas como conservante. É o conservante mais utilizado para vacinas que são fornecidas em frascos multidose.

Fonte: Ministério da Saúde...

Não é verdade. As vacinas são muito seguras. A maioria das reações são geralmente pequenas e temporárias, como um braço dolorido ou uma febre ligeira. Eventos graves de saúde são extremamente raros e cuidadosamente monitorados e investigados. É muito mais provável que uma pessoa adoeça gravemente por uma enfermidade evitável pela vacina do que...

Não, vacinas não causam autismo. Um estudo apresentado em 1998, que levantou preocupações sobre uma possível relação entre a vacina contra o sarampo, a caxumba e a rubéola e o autismo, foi posteriormente considerado seriamente falho e o artigo foi retirado pela revista que o publicou.

Fonte: Ministério da Saúde.

As vacinas são necessárias, assim como a higiene e o saneamento. As doenças que podem ser prevenidas por vacinas retornarão caso os programas de imunização sejam interrompidos. Uma melhor higiene, lavagem das mãos e uso de água limpa ajudam a proteger as pessoas de doenças infecciosas. Entretanto, muitas dessas infecções podem se espalhar,...

Precisa sim. Não se pode relaxar em relação à vacinação. Embora as doenças evitáveis por vacinação tenham se tornado raras em muitos países, os agentes infecciosos que as causam continuam a circular em algumas partes do mundo. Em um mundo altamente interligado, esses agentes podem atravessar fronteiras geográficas e infectar qualquer pessoa que...

Não é verdade. Não há relação causal entre a administração de vacinas e a síndrome da morte súbita infantil (SMSI), também conhecida como síndrome da morte súbita do lactente. No entanto, essas vacinas são administradas em um momento em que os bebês podem sofrer com essa síndrome. Em outras palavras, as mortes por SMSI são coincidentes à...

Sim. As vacinas são contraindicadas apenas em caso de doenças agudas graves que incluem febre.

Quem comprova as duas doses da vacina do sarampo, não precisa se vacinar novamente. Adultos de até 29 anos que não tomaram nenhuma dose, perderam o cartão ou não se lembram se já tomaram a vacina, a recomendação é que recebam as duas doses. Já os adultos de...

O sarampo é uma doença prevenível por vacinação. Os critérios de indicação da vacina são revisados periodicamente pelo Ministério da Saúde e levam em conta: características clínicas da doença, idade, ter adoecido por sarampo durante a vida, ocorrência de surtos, além de outros aspectos epidemiológicos. A profilaxia (prevenção) do sarampo está...

A duração da imunidade conferida pela vacina ainda não foi determinada, principalmente pelo pouco tempo em que é comercializada no mundo (2007). Até o momento, só se tem convicção de 9,4 anos de proteção. Na verdade, embora se trate da mais importante novidade surgida na prevenção à infecção pelo HPV, ainda é preciso aguardar o resultado dos 16...

Toda vacina licenciada para uso passou antes por diversas fases de avaliação, desde os processos iniciais de desenvolvimento até a produção e a fase final que é a aplicação, garantindo assim sua segurança. Além disso, elas são avaliadas e aprovadas por institutos reguladores muito rígidos e independentes. No Brasil, essa função cabe à Agência...

O objetivo da vacinação contra HPV no Brasil é prevenir os cânceres de colo do útero, vulva, vagina, pênis, ânus, boca e orofaringe refletindo na redução da incidência e da mortalidade por esta enfermidade. Desfechos como prevenção de outros tipos de câncer induzidos pelo HPV e verrugas genitais são considerados desfechos secundários.

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A vacina HPV quadrivalente pode ser administrada simultaneamente com outras vacinas do Calendário Nacional de Vacinação do Programa Nacional de Imunizações, sem interferências na resposta de anticorpos a qualquer uma das vacinas. Quando a vacinação simultânea for necessária, devem ser utilizadas agulhas, seringas e regiões anatômicas distintas...

Até o momento foram desenvolvidas e registradas duas vacinas HPV. A vacina papilomavírus humano 6, 11, 16 e 18 (recombinante) – vacina HPV quadrivalente, que confere proteção contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18; e a vacina bivalente, que confere proteção contra HPV tipos 16 e 18.

A vacina HPV quadrivalente está aprovada no Brasil para...

O Ministério da Saúde adquiriu a vacina quadrivalente papilomavírus humano (recombinante) composta pelos tipos HPV 6, 11, 16 e 18. A produção nacional da vacina HPV será resultado da parceria para transferência de tecnologia entre o laboratório público Instituto Butantan e o laboratório privado Merck Sharp & Dohme, detentor da tecnologia....

Não é verdade. Evidências científicas mostram que aplicar várias vacinas ao mesmo tempo não causa aumento de eventos adversos sobre o sistema imunológico das crianças. Elas são expostas a centenas de substâncias estranhas, que desencadeiam uma resposta imune todos os dias. O simples ato de comer introduz novos antígenos no corpo e numerosas...

A vacina HPV quadrivalente é ofertada gratuitamente para meninas e mulheres entre 9 e 14 anos, 11 meses e 29 dias de idade. Também são ofertadas para mulheres entre 9 e 26 anos, 11 meses e 29 dias de idade vivendo com HIV/AIDS.

Em 2017 a vacina passou a ser ofertada para os meninos nas faixas etárias entre 11 e 14 anos, 11 meses e 29...

Sim, desde que esteja na faixa etária elegível. Existem estudos com evidências promissoras de que a vacina previne a reinfecção ou a reativação da doença relacionada ao vírus nela contido.

Fonte: Ministério da Saúde

A vacina HPV4 (quadrivalente) é indicada para meninas e mulheres entre 9 e 45 anos de idade e meninos de 9 até 26 anos. É oferecida gratuitamente nas unidades básicas de saúde a meninas entre 9 e 14 anos e meninos entre 11 e 14 anos. Essa faixa etária é considerada prioritária, pois a vacina é altamente eficaz antes do início da vida sexual,...

A vacina é potencialmente mais eficaz para adolescentes vacinadas antes do seu primeiro contato sexual, uma vez que a contaminação por HPV ocorre concomitantemente ao início da atividade sexual.

O impacto da vacinação em termos de saúde coletiva, só se dá pelo alcance de altas coberturas vacinais; portanto, para se atingir o objetivo de...

O Ministério da Saúde adotou o esquema de duas doses a partir de 2016 (0, 6 meses). O esquema para vacinação da população vivendo com HIV/AIDS, transplantados e oncológicos é de três doses (0, 2 e 6 meses).

Vale destacar que para ambas as vacinas HPV bivalente e quadrivalente, este esquema utilizará o intervalo de 6 meses entre as doses...

As vacinas não têm um “prazo de validade”, mas algumas podem ter sua capacidade de gerar resposta imunológica reduzida ao longo do tempo. Por esse motivo, é fundamental seguir o calendário vacinal definido pelo Ministério da Saúde, uma vez que ele leva em conta o número de doses de cada vacina que são necessárias para gerar imunização duradoura...

Entre as vacinas que possuem proteínas do ovo na sua composição, as mais usadas são a Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola) e a Tetra Viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela), a da Gripe (Influenza) e a de Febre Amarela. É importante ressaltar que apenas os indivíduos com formas graves de alergia ao ovo, como urticária e reações...

Apenas os indivíduos com formas graves de alergia ao ovo, como urticária e reações anafiláticas, não devem receber as vacinas que possuem esse componente. É importante consultar um médico, pois só ele pode definir se há contraindicação à vacinação. As pessoas com reações alérgicas a qualquer vacina devem ser encaminhadas para um Centro de...

A vacina Pneumocócica 23-valente protege contra doenças graves causadas pela bactéria pneumococo, como pneumonias, meningites e outras. Pode ser administrada em crianças a partir dos 2 anos de idade e adultos. Ela está disponível gratuitamente nos Centros de Imunobiológicos Especiais (CRIEs) e é indicada para pacientes com condições específicas...

A vacina Pneumocócica 23-valente protege contra doenças graves causadas pela bactéria pneumococo, como pneumonias, meningites e outras. Pode ser administrada em crianças a partir dos 2 anos de idade e adultos. Ela está disponível gratuitamente nos Centros de Imunobiológicos Especiais (CRIEs) e é indicada para pacientes com condições específicas...

Todas as pessoas entre 1 e 49 anos que não tenham o registro da vacina contra o sarampo em sua Caderneta de Vacinação devem ser vacinadas. Há uma preocupação especial com as crianças, que são o grupo de maior risco em adquirir a doença. É recomendado que seja seguido o calendário orientado pelo Ministério da Saúde. O esquema vacinal contra o...

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