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Galeria de imagens Centro de Pesquisa, Inovação e Vigilância em Covid-19 e Emergências Sanitárias

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A construção do Centro de Pesquisa impulsionou o projeto de integração e requalificação do Campus Manguinhos-Maré, como passou a ser chamada a sede da Fiocruz no Rio de Janeiro, antes dividida em Campus Manguinhos e Expansão. Com essa iniciativa, a Fundação busca otimizar, dinamizar e humanizar o campus, conectando e ampliando suas atividades, inclusive as que acontecem nos territórios de Manguinhos e do Complexo da Maré.

Ao todo, o Campus Manguinhos-Maré abriga mais de 200 edificações da Fiocruz. Do lado da Maré, estão o Biobanco Covid-19, o próprio Centro de Pesquisa, o PrédioSede (antigo Prédio da Expansão), que abriga setores e várias unidades, como a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp), a Casa de Oswaldo Cruz (COC) e a Presidência; e a sede da Fundação de Apoio à Fiocruz (Fiotec).

Em Manguinhos, estão o Castelo Mourisco; o Museu da Vida, gerido pela COC; a Biblioteca de Manguinhos, coordenada pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict); o Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria (CSEGSF), da Ensp; o Complexo Tecnológico de Vacinas (CTV) do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos); os pavilhões do Instituto Oswaldo Cruz (IOC); a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV); as sedes do Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos (ICTB), do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) e do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI); almoxarifados e o Laboratório de Produtos Naturais de Farmanguinhos; entre outras construções. Acesse o mapa do Campus.

 

As obras do Centro de Pesquisa, Inovação e Vigilância em Covid-19 e Emergências Sanitárias começaram em outubro de 2021.

Autoria: Consórcio R.E.S. - Novembro/2021

Imagem aérea do Campus Maré. No meio, há um grande canteiro de obras entre duas construções baixas, o Biobanco e a sede da Fiotec. À frente do canteiro, há árvores e um prédio alto, o Prédio-Sede. Atrás dele, há vários prédios residenciais baixos, cor de rosa, que fazem parte da favela da Maré.

O projeto foi liderado pela Diretoria-Executiva (antiga Vice-Presidência de Gestão e Desenvolvimento Institucional).

Autoria: Consórcio R.E.S. - Dezembro/2021

No meio de um grande canteiro de obras, há vergalhões e outros materiais de ferro em grande quantidade. Dois homens vestindo uniforme azul e cinza capacete amarelo estão abaixados, mexendo com eles.

A concepção do prédio foi feita pela equipe multidisciplinar da Coordenação-Geral de Infraestrutura dos Campi (Cogic).

Autoria: Consórcio R.E.S. - Dezembro/2021

Em um grande canteiro de obras, caminhões de concreto e tratores circulam. Alguns homens trabalham com madeiras de sustentação, que servirão de base para o novo prédio. Há alguns buracos cavados ao longo do terreno para a fundação do edifício.

Também participaram da elaboração do projeto as coordenações-gerais de Administração (Cogead), Gestão de Pessoas (Cogepe), Planejamento (Cogeplan), Tecnologia, Informação e Comunicação (Cogetic) e a Coordenação de Qualidade (CQuali).

Autoria: Consórcio R.E.S. - Janeiro/2022

No meio de um grande canteiro de obras, há parte da estrutura lateral de um prédio. É possível ver colunas, paredes e parte do teto. Caminhões trabalham na construção

O prédio possui três pavimentos: nos dois primeiros, estão os laboratórios, escritórios e áreas comuns; no terceiro, a área de suporte técnico.

Autoria: Consórcio R.E.S. - Janeiro/2022

Imagem aérea de um prédio de três andares em construção. É possível ver as colunas e tetos dos andares. Dois guindastes trabalham próximo ao prédio.

Ao todo, o Centro de Pesquisa tem 11.400 m² de área construída.

Autoria: Consórcio R.E.S. - Fevereiro/2022

Quatro homens de uniforme azul e capacete amarelo cavam buracos em meio a muitas colunas de um prédio em construção.

O prédio possui 14 áreas laboratoriais de Nível de Biossegurança 2 (NB2) e uma de Nível de Biossegurança 3 (NB3).

Autoria: Consórcio R.E.S. - Fevereiro/2022

Um trabalhador de uniforme cinza e capacete amarelo descansa, sentado, no segundo pavimento de um prédio em construção. É possível ver canos vermelhos de passagem de gás no teto, escadas e outros trabalhadores.

Em fevereiro de 2022, boa parte da estrutura do prédio já estava de pé.

Autoria: Consórcio R.E.S. - Fevereiro/2022

Imagem dos fundos do Centro de Pesquisa. É possível ver a estrutura do Bloco 1 e do Bloco Central já totalmente de pé, faltando apenas as paredes, e as colunas do Bloco 2.

O Centro de Pesquisa é dividido em três blocos: Bloco 1, Bloco Central e Bloco 2.

Autoria: Consórcio R.E.S. - Março/2022

Foto dos fundos do Centro de Pesquisa. Nessa etapa da obra, já era possível ver os blocos 1 e Central totalmente de pé, e o início da construção do bloco 2. Alguns homens de uniforme azul e capacete amarelo trabalham no terreno.

Para dar mais celeridade à construção, as equipes trabalhavam em esquema de rodízio.

Autoria: Consórcio R.E.S. - Março/2022

Dois homens de uniforme vermelho e capacete branco trabalham com, uma serra elétrica e uma viga de ferro.

O Centro dispõe de uma central de utilidades, que inclui geradores, reservatórios de água, Central de Água Gelada, Abrigo de Resíduos Sólidos e outras instalações.

Autoria: Consórcio R.E.S. - Agosto/2022

Quatro homens de uniforme cinza e bege e capacete branco trabalham em uma casa de máquinas. No canto esquerdo, há grandes tubulações vermelhas.

O uso de materiais pré-fabricados foi uma das razões para o rápido andamento da construção.

Autoria: Consórcio R.E.S. - Agosto/2022

Foto aérea do Campus Manguinhos-Maré. O Centro de Pesquisa se destaca, com a obra já em estado avançado. Suas paredes e teto são brancos. Ainda faltam detalhes na pintura e o terreno ainda é de barro.

O prédio é equipado com sistemas arrojados de refrigeração, reaproveitamento de energia e tratamento de resíduos, entre outros.

Autoria: Consórcio R.E.S. - Outubro/2022

Homens de blusa cinza e calça e capacete azuis trabalham no andar técnico do Centro de Pesquisa. Há grandes tubulações de ar e um carretel de cabos de aço no meio.

Todo o acesso ao interior do Centro é controlado por um sistema automático de identificação, assegurando a segurança das pesquisas, dos equipamentos e dos trabalhadores.

Autoria: Consórcio R.E.S. - Novembro/2022

Foto do saguão de entrada do Centro de Pesquisa. A mesa da recepção é de porcelanato, nas cores marrom, azul e branco. Há quatro roletas de metal que controlam o acesso aos elevadores.

Em novembro de 2022, o Centro já estava se preparando para a chegada dos primeiros laboratórios.

Autoria: Consórcio R.E.S. - Novembro / 2022

Foto de um laboratório ainda vazio. Há três bancadas brancas, duas janelas pequenas e uma pia em metal, além de exaustores em vários pontos do teto.

Em dezembro de 2022, os primeiros laboratórios se instalaram no Bloco 1 do Centro de Pesquisa.

Autoria: Peter Ilicciev (CCS) - Dezembro/2022

Homens de uniforme azul descarregam um caminhão. Um deles puxa um carrinho com um equipamento grande encaixotado. O outro carrega um equipamento menor pela porta aberta da doca do Centro de Pesquisa, localizada nos fundos do prédio.

A migração dos laboratórios aconteceu de maneira gradual ao longo de 2023.

Autoria: Gutemberg Brito (IOC) - Janeiro/2023

Um homem de capacete e blusa azuis carrega uma caixa de papelão em um laboratório do Centro de Pesquisa. À sua esquerda, há uma pilha de cerca de dez caixas sobre uma bancada.

O Bloco 1 entrou em operação no primeiro trimestre de 2023. O Bloco 2, no segundo trimestre.

Autoria: Peter Ilicciev (CCS) - Agosto/2023

Foto da fachada do Bloco 2 do Centro de Pesquisa. É um prédio baixo, de cor cinza, com muitas janelas e portas de vidro. Sobre uma faixa em azul, estão os logos da Fiocruz, do IOC e da Ensp, ladeando o nome do centro.

Sete laboratórios do IOC e seis da Ensp estão no Centro de Pesquisa.

Duas pesquisadores, vestindo jalecos azuis e luvas, manuseiam vidrarias em um laboratório do Centro de Pesquisa.

Entre as principais áreas de pesquisa, estão o desenvolvimento de fármacos e vacinas, estudos de vigilância epidemiológica e ambiental e análises de resistência microbianas.

Autoria: Peter Ilicciev (CCS) - Agosto/2023

Um pesquisador e uma pesquisadora, vestindo jalecos azuis, examinam resultados de uma amostra em um computador, por meio de um equipamento de análise biomolecular.

A estrutura do Centro pode ser compartilhada com outras instituições de ciência e tecnologia para ampliar a capacidade de resposta do país a situações de emergências globais.  

Autoria: Peter Ilicciev (CCS) - Agosto/2023

Uma pesquisadora negra, utilizando touca e jaleco azul, examina um conjunto de amostras em uma capela.

O prédio oferece suporte para o desenvolvimento de respostas imediatas e efetivas para o enfrentamento da Covid-19 e outras potenciais emergências sanitárias.

Autoria: Peter Ilicciev (CCS) - Agosto/2023

Um homem usando avental, capacete e óculos de proteção enche um galão de nitrogênio na área externa do Centro de Pesquisa

O nome do Centro de Pesquisa homenageia o ex-presidente e professor emérito da Fiocruz Luiz Fernando Ferreira.

Autoria: Peter Ilicciev (CCS) - Agosto/2023

Foto da recepção do Centro de Pesquisa. É um amplo saguão em porcelanato branco, com roletas metálicas. Por trás do balcão de atendimento, há um painel de madeira com o nome do Centro e os logos da Ensp e do Ioc

O prédio está localizado no Campus Maré e impulsionou o projeto de integração entre campi e com o território.

Autoria: Peter Ilicciev (CCS) - Agosto/2023

Foto da fachada do Centro de Pesquisa, vista do alto. É um prédio cinza, com duas listras azuis, uma próximo ao teto e outra na altura do segundo pavimento. Na frente, há o nome completo do Centro e os logos da Ensp e do IOC. Ao fundo, vê-se parte do conjunto de favelas da Maré e da baía de Guanabara

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