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Ciência Aberta na Fiocruz

Ciência Aberta na Fiocruz

A Ciência Aberta não é mais um horizonte distante: é, hoje, um movimento global do qual a Fiocruz já se apropria de maneira crítica e estratégica. Em linhas gerais, a proposta do movimento é tornar a pesquisa científica cada vez mais acessível para todos. Na prática, significa eliminar obstáculos artificiais, especialmente os editoriais, legais e econômicos, à livre circulação do conhecimento científico.

Alinhada com a missão de promover saúde e desenvolvimento social e com o compromisso de difundir o conhecimento científico e tecnológico enquanto agente da cidadania, a Fiocruz implementou em 2014 a Política de Acesso Aberto ao Conhecimento após ampla participação social. Depois disso, iniciou um novo processo - coletivo, abrangente e democrático - para debater os limites e as possibilidades da abertura de dados para pesquisa. Em 2020, publicou a Política de Gestão, Compartilhamento e Abertura de Dados, após consulta interna e aprovação pelo Conselho Deliberativo da Fiocruz.

Este tema é estratégico para diversos países e vem sendo impulsionado por atores do sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação pela exigência do plano de gestão de dados - e sua potencial abertura - como pré-requisito para obtenção de financiamentos e publicação de resultados. Na Fiocruz, vem sendo sistematizado desde 2017, sob a coordenação da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação.

Dentro do "guarda-chuva" da Ciência Aberta (uma alegoria que é comumente usada na área), estão contemplados diversos outros conceitos, tais como:

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