Início do conteúdo

Fiocruz esclarece sobre IFA e vacinas prontas adicionais


25/01/2021

Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

Compartilhar:

Em coletiva de imprensa, realizada no último sábado (23/1), a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, explicou o esforço institucional que tem sido feito para minimizar o impacto sobre o cronograma de produção da Fiocruz com a não confirmação, até a presente data, da chegada do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), insumo necessário para iniciar a produção.

Um desses esforços tem sido a negociação junto ao Instituto Serum, na Índia, de doses de vacinas prontas adicionais. Ou seja, além dos dois milhões de vacinas prontas que foram entregues pela Fiocruz ao Programa Nacional de Imunizações (PNI/MS), no último sábado (23/1), estariam sendo negociadas doses adicionais. A negociação segue em andamento e ainda não há um quantitativo acertado. O processo conta com o apoio do governo da Índia e da AstraZeneca, que vem colaborando em todo o esforço de antecipação das vacinas frente às dificuldades alfandegárias para exportação do IFA na China.

Com relação ao IFA, no acordo com a AstraZeneca, está previsto o envio de 14 lotes de 7,5 milhões de doses, com intervalo de 2 semanas entre cada remessa. Para janeiro, portanto, a previsão era de receber dois lotes, totalizando insumo para a produção de 15 milhões de doses de vacinas, número que foi reforçado pela presidente durante a entrevista. O primeiro lote, para a produção de 7,5 milhões de doses, está pronto para embarque, no local de fabricação, apenas aguardando a emissão da licença de exportação e a conclusão dos procedimentos alfandegários. 

A AstraZeneca tem tomado todas as medidas possíveis para proceder com o embarque do IFA no menor prazo possível e conta com o apoio do Governo Brasileiro, por meio do Ministério das Relações Exteriores e Ministério da Saúde, nas conversas com as autoridades competentes para proceder com o embarque do IFA. Há uma sinalização de 8 de fevereiro para envio da carga, mas ainda sem confirmação, já que a licença para exportação, a ser concedida pelas autoridades chinesas, segue pendente.

Voltar ao topoVoltar