Serviços 
O conteúdo desse portal pode ser acessível em Libras usando o VLibras
Início do conteúdo

Castelo Mourisco da Fiocruz é tema de dossiê em revista


31/08/2020

Casa de Oswaldo Cruz

Compartilhar:

Neste ano em que a Fiocruz completa 120 anos, a revista História, Ciência, Saúde – Manguinhos, integrando-se às comemorações institucionais de aniversário, preparou um dossiê sobre o Pavilhão Mourisco, sede e símbolo maior da instituição. Os artigos estão publicados no número que acaba de ir ao ar no SciELO, como sempre em acesso aberto. O dossiê foi organizado pelos pesquisadores Inês El-Jaick Andrade, Renato da Gama-Rosa Costa e Sônia Aparecida Nogueira, da Casa de Oswaldo Cruz – unidade da Fiocruz dedicada à preservação da memória institucional e às atividades de pesquisa, ensino, documentação e divulgação da história da saúde pública e das ciências biomédicas no Brasil. Acesse a edição completa.

A seção Análise do dossiê mostra o edifício-sede da Fiocruz sob diferentes abordagens: dos movimentos relacionados ao ecletismo e ao alhambrismo e também ao higienismo, vigentes na passagem do século XIX para o século XX; o contexto de sua criação e idealização pelo cientista Oswaldo Cruz e o arquiteto Luiz de Moraes Júnior; a dimensão pedagógica das técnicas tradicionais da construção relacionadas à salvaguarda do patrimônio arquitetônico; as ações de preservação, a cargo da instituição desde sua declaração como patrimônio de relevância nacional, em 1981; e a proposta, em andamento, de sua inclusão na Lista do Patrimônio Mundial da Unesco.

A seção Imagens apresenta fotografias da construção do Pavilhão Mourisco pertencentes ao acervo da instituiçãoe a seção  Depoimento relata a atuação de Cristina Mello, a arquiteta responsável por implantar e sistematizar as primeiras ações de recuperação deste patrimônio cultural, seguindo a metodologia da restauração crítica, na gestão de Sergio Arouca (1985-1989). “A relevância desse patrimônio transcende seus valores estéticos e históricos, tanto no contexto do desenvolvimento das ciências biomédicas no Brasil quanto no das transformações, no início do século XX, da cidade do Rio de Janeiro, designada, em 2020, a primeira Capital Mundial da Arquitetura e sede do Congresso Mundial da União Internacional dos Arquitetos, em sua 27ª edição”, afirmam os organizadores do dossiê.

A edição traz ainda artigos sobre temas diversos em português, inglês e espanhol.

Voltar ao topoVoltar