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História e Saúde

Livros que convidam o leitor a participar de um fértil diálogo interdisciplinar, contribuindo para a compreensão do presente e do passado, em consonância com a historiografia contemporânea.

Psiquiatria e Política: o jaleco, a farda e o paletó de Antonio Carlos Pacheco e Silva

Integrante da coleção História e Saúde da Editora Fiocruz, a obra apresenta um estudo da trajetória de um personagem relevante e controverso na história biográfica da medicina e da psiquiatria brasileiras do século XX. A análise da vida de Antonio Carlos Pacheco e Silva (1898-1988) é feita levando em consideração as muitas contradições, tensões e singularidades do médico, militar e político.

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Formulário Médico: manuscrito atribuído aos jesuítas e encontrado em uma arca da Igreja de São Francisco de Curitiba

Pertencente ao acervo da Fiocruz, o manuscrito Formulário Médico integra a seção de obras raras da Biblioteca de Manguinhos da Fiocruz. Por meio do selo Clássicos & Fontes da Coleção História & Saúde, a Editora Fiocruz leva aos leitores uma versão transcrita e analisada por diversos especialistas.

Indispensável para todas as pessoas interessadas em conhecer e pesquisar as histórias e práticas de cura adotadas no Brasil colonial, o volume é dividido em cinco capítulos, além de uma transcrição paleográfica - com imagens digitalizadas do manuscrito - e um glossário.

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Hospitais e Saúde no Oitocentos: diálogos entre Brasil e Portugal

Um diálogo entre pesquisadores brasileiros e portugueses sobre arquitetura, urbanismo, patrimônio cultural e saúde no século 19, quando novos preceitos terapêuticos foram incorporados nas construções e adaptações de edifícios hospitalares. Esta é a proposta do livro Hospitais e Saúde no Oitocentos: diálogos entre Brasil e Portugal, organizado por Cybelle Salvador Miranda e Renato da Gama-Rosa Costa, parte da Coleção História e Saúde, da Editora Fiocruz. 

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Assistência a Alienados na Cidade do Rio de Janeiro (1852-1930), A

Traça um panorama do desenvolvimento da medicina mental brasileira, da inauguração do Hospício de Pedro II (HPII) ao afastamento de Juliano Moreira da direção da Assistência a Alienados, em 1930. Antes do HPII, os 'alienados' eram recolhidos à Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, vivendo em péssimas condições, junto a outros marginalizados e indesejados pela sociedade. O acúmulo de reclamações de médicos contra essa situação convenceu o imperador a construir o primeiro estabelecimento para o tratamento específico de doentes mentais.

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Modernizar a Ordem em Nome da Saúde: a São Paulo de militares, pobres e escravos (1805-1840)

Apoiado em vasta bibliografia, bem como em atas e registros da câmara municipal e textos da imprensa, o autor estuda a chegada do higienismo a São Paulo, no início do século 19. Analisa como a mesma cidade poderia ser considerada extremamente limpa por um agrupamento social, enquanto eram mantidos locais imundos, destinados aos pobres e escravizados, cuja subnutrição e exposição a doenças contagiosas lhes encurtavam a vida, por mais irracional que fosse perder prematuramente uma "propriedade" (como eram os escravos) por descuido.

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Medicina e Saúde Pública na América Latina: uma história

Nos últimos 30 anos, a história da medicina e da saúde na América Latina e no Caribe tornou-se um importante campo de pesquisa, parte de um grande florescimento mundial da história social e cultural da medicina e dos estudos nas áreas de ciência e tecnologia. Com tantos novos trabalhos históricos, há uma necessidade cada vez maior de se fazer um balanço e promover um diálogo nesse campo.

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Amamentação e Políticas para a Infância no Brasil: a atuação de Fernandes Figueira (1902-1928)

Este livro, além de reflexões sobre temas importantes para pediatras e puericultores no início do século XX – notadamente as ideias de Fernandes Figueira, considerado um dos principais nomes da pediatria brasileira –, traz a lume duas obras publicadas por ele na primeira década daquele século, a carta aberta Bases científicas da alimentação da criança: suas consequências sociais, trazida a público em 1905, e o Livro das Mães: consultas práticas de higiene infantil, cuja primeira edição data de 1910.

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Erradicação do Aedes aegypti: febre amarela, Fred Soper e saúde pública nas Américas (1918-1968), A

Onze países e territórios das Américas, inclusive o Brasil, foram declarados oficialmente livres do mosquito Aedes aegypti durante a XV Conferência Sanitária Pan-Americana, realizada em Porto Rico no ano de 1958. Este evento faz parte de um importante capítulo da história da saúde que nos conta o autor deste livro, ao analisar o período compreendido entre 1918 e 1968. Em 1918 tinha início a Campanha Mundial de Erradicação da Febre Amarela, conduzida pela Fundação Rockefeller.

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Civilizando as Artes de Curar: Chernoviz e os manuais de medicina popular do Império

Ao se encontrarem no Brasil Imperial, a medicina acadêmica e a popular não entraram em rota de colisão. Apesar das tensões e dos distanciamentos entre os dois domínios, havia entre eles vários pontos de intersecção e convivência. Entre os elementos que contribuíram para que as fronteiras não fossem tão rígidas, destacam-se os manuais ou livros de medicina autoinstrutivos, como os de autoria do médico polonês Pedro Luis Napoleão Chernoviz (1812-1881). O papel desses compêndios é analisado pela médica Regina Cotrim, que descortina meandros da medicina no século XIX.

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