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Seminário online celebra 120 anos da Biblioteca de Manguinhos

Biblioteca de obras raras

06/08/2020

Fonte: Icict/Fiocruz

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Hoje um dos maiores acervos em ciências biomédicas da América Latina, a Biblioteca de Manguinhos tem sua história entrelaçada à da própria Fundação Oswaldo Cruz. Nasceu, afinal, para ser guardiã das obras adquiridas pelo então Instituto Soroterápico Federal, como se chamava a Fiocruz naquele ano de 1900. Nos 120 anos seguintes, a Biblioteca de Manguinhos serviu de suporte e testemunhou o desenvolvimento da ciência e da saúde pública no Brasil. Passou por inúmeros desafios e transformações - como, por exemplo, as mudanças nas formas de divulgação científica. Ou o impacto das tecnologias digitais. E, agora, a epidemia do novo coronavírus.

A biblioteca mais antiga da Fiocruz vai celebrar seus 120 anos com um seminário online nesta sexta (7), às 14h, abordando parte desses desafios. "Biblioteca de Manguinhos - 120 anos: o papel da biblioteca especializada na comunicação e divulgação científica" terá como debatedores Rita de Cássia do Vale Caribé, professora da Universidade de Brasília, e Igor Falce, coordenador da própria biblioteca, que é gerida pelo Instituto de Comunicação e Informação em Saúde (Icict/Fiocruz).

"A ideia é apresentar reflexões sobre o papel social da Biblioteca de Manguinhos, apresentando narrativas e experiências de integração da comunidade ténico-científica da Fiocruz e da nossa biblioteca com a sociedade em geral. Isso porque o fazer científico também implica popularizar a ciência, de forma a tornar o conhecimento mais palpável e acessível à sociedade", explica Falce.

Atendimento remoto

A participação no evento é aberta a qualquer internauta: basta acessar a página da VideoSaúde Distribuidora no YouTube

Desde que a epidemia do novo coronavírus se instaurou no país, a Biblioteca de Manguinhos prossegue com suas instalações fechadas ao público. Parte de seus serviços, porém, permanece funcionando de forma remota. Os usuários podem, por exemplo, buscar orientações quanto ao acervo, por meio dos canais de atendimento online. E uma atividade que tem feito bastante sucesso são os ciclos de treinamento online em bases de dados, que já tiveram milhares de participantes, Brasil afora.  

"Passamos a realizar atendimentos remotos através das mídias sociais e dos canais formais de comunicação já existentes. Alguns serviços foram interrompidos por conta da dinâmica direta com os livros. Por outro lado, iniciamos uma série de treinamentos virtuais em bases de dados voltados para a comunidade científica, com o intuito de desenvolver a competência informacional dos pesquisadores e, com isso, desenvolverem autonomia para realizar suas pesquisas sem a dependência do bibliotecário", descreve o coordenador.

 

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