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Já existem protocolos definidos para o tratamento das dores associadas à Chikungunya?

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Imagem de topo da página, escrito 'vírus zika: perguntas e respostas', com pequenos desenhos de partes do corpo

Já existem protocolos definidos para o tratamento das dores associadas à Chikungunya?

11/07/2019
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O guia “Chikungunya: manejo clínico” foi elaborado pelo Ministério da Saúde com o objetivo de orientar os profissionais de saúde sobre o diagnóstico precoce e o manejo adequado da doença. O manual contém uma abordagem diferenciada para o tratamento da dor nas diferentes fases da doença (aguda, subaguda e crônica) e grupos etários, considerando o uso de escalas de dor para direcionar a escolha da terapêutica.
A chikungunya é uma doença febril cuja característica clínica mais importante e debilitante é a artralgia (dor nas articulações), mas algumas manifestações clínicas são parecidas com as de dengue e do vírus Zika.  Para facilitar a distinção, o documento possui um quadro que revela as principais características de cada uma dessas enfermidades. O livro apresenta os sinais e sintomas mais frequentes da chikungunya, com imagens que demonstram formas típicas de diferentes lesões. Manifestações atípicas e graves, que podem ser ocasionadas por efeitos diretos do vírus, pela resposta imunológica ou pela toxicidade a medicamentos, também são abordadas.

 

Fonte: Ministério da Saúde 

 

 

Ainda não há estudos clínicos que mostrem qual o melhor tratamento para a síndrome álgica pós-Chikungunya e não temos ainda protocolos bem definidos sobre uso dos diferentes anti-inflamatórios e analgésicos. A secretaria de saúde do Recife lançou um protocolo (disponível neste link) e inclui também um questionário modelo para avaliar a intensidade da dor.

Fonte: Marilia Santini de Oliveira, pesquisadora do Instituto Nacional de Infectologia (INI/Fiocruz)

 

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