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Revista Cadernos de Saúde Pública lança série 'Dilemas'

24/05/2021

Vinicius Mansur (Revista Cadernos de Saúde Pública / Fiocruz)

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A revista científica Cadernos de Saúde Pública (CSP) da Fiocruz e a Plataforma Região e Redes lançaram, nesta segunda-feira (24/5), o programa Dilemas, com o tema Regionalização do SUS e o acesso à assistência médica: como superar as desigualdades?. O primeiro produto da parceria promove o diálogo sobre o tema reunindo os olhares de quatro diferentes perspectivas: dos pesquisadores, dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), dos profissionais médicos e dos gestores da Saúde. 

Participam do programa: Ana Luiza d`Ávila Viana, professora aposentada da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora do projeto Região e Redes; Paulo Henrique D’Ângelo Seixas, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e pesquisador do Observatório de Recursos Humanos em Saúde de São Paulo; Itamar Silva, ativista do movimento de favelas do Rio de Janeiro; Adriano Massuda, professor da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) de SP; e Carlos Lula, secretário de saúde do Maranhão e presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). A apresentação do programa fica a cargo da editora-chefe de CSP, Luciana Dias de Lima. 

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O ponto de partida do programa é o artigo A circularidade dos médicos em cinco regiões de São Paulo, Brasil: padrões e fatores intervenientes, publicado por CSP em junho de 2019 no suplemento especial sobre o processo de regionalização do SUS.

No artigo, os autores – entre eles Paulo Seixas – analisam a movimentação de médicos, seus vínculos e ofertas de trabalho e identificam novos elementos e dinâmicas que permitem repensar as políticas públicas redistributivas que, no Brasil, são historicamente centradas na fixação dos médicos.

À luz dos achados desse estudo, os participantes do programa debatem as razões, impactos e alternativas para a escassez de médicos em diferentes dimensões, identificando também quais tendências foram aceleradas pela pandemia no que diz respeito à distribuição dos médicos e à reorganização da própria atividade médica, com destaque para o papel da telemedicina.

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