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Por que a Fiocruz/Ministério da Saúde escolheu a vacina candidata da Universidade de Oxford/AstraZeneca para ser produzida no Brasil?

Por que a Fiocruz/Ministério da Saúde escolheu a vacina candidata da Universidade de Oxford/AstraZeneca para ser produzida no Brasil?

06/11/2020
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Desde o início da pandemia, o Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE) e, especificamente, do Departamento de Ciência e Tecnologia (DECIT), vem buscando uma vacina.

Para isto, a Fiocruz, por meio de Bio-Manguinhos, foi designada como a instituição com capacidade de avaliar as tecnologias em desenvolvimento. Sendo assim, realizou análises prospectivas de diversos projetos de vacinas em desenvolvimento a partir de critérios tecnológicos (como a tecnologia envolvida e aderência à estrutura fabril já disponível), científicos (incluindo o estágio de desenvolvimento), econômicos e clínicos. Nessas avaliações, foi identificada a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, cujo estágio de desenvolvimento é um dos mais avançados dentre os projetos existentes.

Houve o avanço nas discussões técnicas com a AstraZeneca, detentora dos direitos sobre a vacina e, paralelamente, o Governo Federal firmou acordo de cooperação junto à Embaixada Britânica e ao laboratório. Com base nisso, Bio-Manguinhos teve o aval para seguir com as negociações junto à empresa e assinou o acordo de Encomenda Tecnológica.

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