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Sala de Convidados fala sobre Meninas e Mulheres na Ciência


19/02/2020

Fonte: Canal Saúde

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O Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência é comemorado há cinco anos, em 11 de fevereiro e, apesar dos avanços e dos importantes nomes de cientistas mulheres existentes, ainda faltam degraus para alcançar a equidade de gênero na área. A data foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2015, para homenagear as profissionais da ciência, dar mais visibilidade a seu trabalho e estimular mulheres e meninas a entrar no mundo das ciências.
 
Na Fundação Oswaldo Cruz, em consonância com centenas de instituições científicas que comemoraram a data pelo mundo, uma série de atividades foi desenvolvida para que meninas fossem introduzidas à ciência e estimuladas a buscar uma carreira na área. Elas imergiram em atividades científicas, participaram de rodas de conversa e foram apresentadas aos trabalhos de mulheres cientistas.
 
No Brasil, entre alguns dos nomes que se pode citar como exemplos de destaque de mulheres com carreiras bem-sucedidas na ciência para inspirar outras mulheres e meninas estão a física Márcia Barbosa, incluída pela ONU Mulheres entre as sete cientistas cujos trabalhos mudaram o mundo; a médica Celina Turchi, pesquisadora da Fiocruz Pernambuco que comprovou a associação do surto de vírus zika com as crianças nascidas com microcefalia na Região Nordeste; a física Sonia Guimarães, primeira mulher negra brasileira doutora em física e primeira mulher negra brasileira a lecionar no Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), onde ingressou em 1993, ano em que ainda não eram admitidas mulheres na instituição; e a socióloga Nísia Trindade Lima, primeira mulher a presidir a Fundação Oswaldo Cruz, uma das principais instituições científicas do país.
 
Mas quais são os desafios enfrentados por elas nesse campo de trabalho? Onde se avançou nos últimos anos e onde estão os maiores desafios? O Sala de Convidados desta quinta-feira (20) vai discutir o papel de meninas e mulheres na Ciência, ao vivo, às 11h, no Canal Saúde. Não perca e participe!  
 
Dicas importantes
 
O programa mudou para às quintas-feiras, mas continua ao vivo no mesmo horário, das 11h às 12h. Outra mudança importante é para quem assiste por meio de antena parabólica. O Canal Saúde está em nova frequência, 4085 e com novo symbol rate, 4400. É necessário alterar essas configurações no receptor da parabólica para manter a sintonia no canal. Veja a seguir todas as formas de acesso ao Canal Saúde e como é possível o espectador ajudar a fazer o programa no dia.
 
Sobre o Sala de Convidados
 
Programa ao vivo, inédito toda quinta-feira, das 11h às 12h. Os temas em geral são factuais, relacionados às políticas públicas na área da saúde e a participação do espectador pode ser antecipada ou no dia com perguntas através do número 0800 701 8122, pelo WhatsApp 21 99701- 8122, pelas redes sociais do Canal Saúde ou pelo e-mail canal@fiocruz.br.
 
Como assistir
 
Televisão: canal 2.4, no Rio de Janeiro e em Brasília e 62.4, em São Paulo, na multiprogramação da TV Brasil, no Sistema Brasileiro de TV Digital (também é acessível para celulares com TV); em todo o Brasil por antena parabólica digital (frequência 4085). Internet: acesse o site do Canal Saúde e clique em 'Assista Agora' na página principal (acessível por computadores e dispositivos móveis). Aplicativo: baixe o app do Canal Saúde em um dispositivo móvel e assista aos programas em tempo real.

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