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Fiocruz participa de homenagem a cientistas que pesquisam a prevenção e a cura para a Covid-19


03/11/2020

Fonte: CCS/Fiocruz

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Cientistas de todo o mundo buscam a cura para a Covid-19, que já provocou mais de 159 mil mortes e infectou mais de 5,5 milhões de pessoas no Brasil, conforme levantamento do consórcio de veículos de imprensa, que se baseia nos dados das secretarias estaduais de Saúde. Para iluminar os cientistas em seus estudos da vacina contra o novo coronavírus, o Crematório e Cemitério da Penitência entregou no Dia de Finados (2/11) uma pira batizada de Chama da Esperança, no Rio de Janeiro (RJ).  

Com o projeto arquitetônico do Coletivo Crisa Santos, o fogo da obra tem como simbolismo iluminar os pesquisadores a chegarem à descoberta para esse mal. A Chama da Esperança foi acesa pelo Cardeal Orani João Tempesta, na presença da presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima. Ela e a vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fundação, Cristiani Vieira Machado, receberam a vela com a Chama da Esperança durante uma missa realizada nesta manhã. Após a cerimônia, a chama foi entregue a representantes do Conselho Diretivo da Fiocruz e só será apagada quando a vacina contra a doença for descoberta e reconhecida pela comunidade e órgãos científicos. 

"A chama na Fiocruz significa confiança no trabalho da ciência, de iluminação para o trabalho de toda a pesquisa da nossa instituição. Estamos trabalhando com a ciência para que essa mensagem de esperança se dê a partir de testes e da vacina. O papel da Fiocruz está sendo conduzir a pesquisa científica, reforçar o nosso Sistema Único de Saúde (SUS) e produzir as doses", afirmou a presidente durante a cerimônia.   

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