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Fiocruz esclarece boato nas redes sociais sobre o uso de própolis para o combate ao Aedes


27/01/2017

Fundação Oswaldo Cruz

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Tem circulado nas redes sociais uma nota equivocada sobre a indicação de uma suposta farmacêutica da Fiocruz do uso de própolis para o combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. A Fundação Oswaldo Cruz esclarece que essa informação não tem fundamentação científica e que nenhum pesquisador da instituição fez afirmações sobre o uso de substâncias naturais para afastar mosquitos.

A Fiocruz reforça que os “inseticidas naturais”, ou seja, produtos caseiros formulados à base de citronela, andiroba, óleo de cravo, etc. não possuem a aprovação pela Anvisa até o momento. Também não há medicamentos que tenham comprovação de eficácia como repelentes para mosquitos.

Em suas mídias sociais oficiais, a Fundação tem investido na campanha #10MinutosContraoAedes #MultiplicandoBoasIdeias que auxilia no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor das doenças referentes à tríplice epidemia. Combater o vetor das doenças ainda é a forma mais eficaz de prevenção.

Busque informações de fontes seguras e confiáveis. Não espalhe boatos. A boataria é um desserviço à população.

Acompanhe mais notícias na WebTV Fiocruz, na Agência Fiocruz de Notícias e nos canais oficiais da Fundação no Twitter (@fiocruz) e no Facebook (@oficialfiocruz).

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