Fiocruz

Fundação Oswaldo Cruz uma instituição a serviço da vida

  • Diminuir tamanho do texto
  • Tamanho original do texto
  • Aumentar tamanho do texto
  • Ativar auto contraste
Selecione uma tarefa

Início do conteúdo

Fiocruz Piauí: Projetos de pesquisa


 

  • Identificação de vetores da leishmaniose tegumentar Americana no município de Altos, Estado do Piauí

Embora a leishmaniose visceral seja endêmica no Piauí, há poucos dados no estado sobre a epidemiologia e os vetores da leishmaniose tegumentar americana. Recentemente, uma epidemia da doença atingiu o município de Altos, a 40 km de Teresina. Pequenos surtos têm também sido reportados na capital do estado. O projeto visa caracterizar os vetores da leishmaniose tegumentar nas áreas onde foram registrados os casos.

  • Epidemiologia da malária do estado do Piauí

Casos de malária fora da região amazônica têm chamado a atenção de pesquisadores, e estudos sobre a vulnerabilidade e a receptividade à doença avaliam o risco de sua introdução em áreas não endêmicas. O Piauí faz fronteira com dois estados da Amazônia Legal, Tocantins e Maranhão. Além disso, trabalhadores da construção civil residentes no interior do estado estão frequentemente em trânsito para áreas endêmicas. O estudo caracterizou a distribuição espaço-temporal e fatores associados à malária no Piauí na última década, e foi publicado na Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Acesse a pesquisa.

  • Fatores associados à ancilostomíase na Região dos Carnaubais, estado do Piauí

Em algumas regiões rurais do estado as condições sanitárias ainda favorecem a manutenção da transmissão das geo-helmintíases. Nas regiões de clima semiárido do Piauí, há predomínio da ancilostomíase, sendo a ascaridíase presente na região próxima ao litoral. O projeto caracterizou os fatores associados à ancilostomíase em área endêmica no estado. Estudos sobre a potencial transmissão zoonótica de parasitas intestinais na interface humano-animal foram também realizados.

  • Re-emergência da coqueluche no Brasil  

Este estudo caracterizou a re-emergência da coqueluche no Brasil na última década, propondo hipóteses que possam explicar o fenômeno. Foram detalhadas as características clínicas e epidemiológicas dos casos notificados em nível nacional, explorando aspectos como status vacinal dos pacientes, letalidade e distribuição espaço-temporal. Acesse o estudo.

  • Avaliação do risco de transmissão vetorial da doença de Chagas em área endêmica no estado do Piauí

A doença de Chagas está presente em vários municípios do Piauí, sendo a mesorregião sudeste aquela que apresenta maiores taxas de prevalência. No Piauí, como em outros estados do nordeste, os vetores da doença de Chagas caracterizam-se por possuírem estoques na natureza, serem nativos e, portanto, capazes de recolonizarem os domicílios após aplicação de inseticidas. Este projeto verifica a presença de vetores da doença de Chagas colonizando domicílios na microrregião do Alto e Médio Canindé, sudeste do estado.

  • Estudo das coberturas vacinais em diferentes regiões do Piauí

O Programa Nacional de Imunizações Brasileiro foi incrementado significativamente nos últimos anos, com a incorporação de novas vacinas. Paradoxalmente, esta maior complexidade do calendário vacinal pode estar associada a dificuldades logísticas nas cadeias de distribuição nos imunobiológicos, que pode se refletir na cobertura vacinal. Este estudo visa caracterizar a frequência e os fatores associados ao atraso vacinal e à não-vacinação em dois municípios de diferentes mesorregiões piauienses.   

  • Estudos sobre a maternidade materna e infantil do estado do Piauí    

A equipe da Fiocruz Piauí está inserida no Comitê Estadual de Mortalidade Materna, Fetal e Neonatal. Este colegiado tem como objetivo gerar um diagnóstico de situação sobre o tema e contribuir para a formulação de estratégias que visem reduzir a mortalidade materno-infantil do Piauí, reconhecida como uma da mais elevadas entre os estados brasileiros. A Fiocruz oferece suporte para análise de dados epidemiológicos neste campo.

  • Descrição clínica e epidemiológica dos casos de microcefalia congênita reportados durante a epidemia de 2015/2016

A Fiocruz integrou, durante a epidemia de Zika/Microcefalias, a Sala de Situação-Ações Emergenciais de Enfrentamento ao Aedes aegypti frente à Epidemia de Microcefalia. As funções desta sala incluíram elaborar plano emergencial de contingência e de prevenção à epidemia de dengue, chikungunya e Zika, além de intensificar ações de monitoramento e supervisão às atividades de controle. No estado do Piauí, 191 casos suspeitos de microcefalia congênita foram notificados entre 8 de novembro de 2015 e 29 de outubro de 2016. Destes, 99 casos foram confirmados, nove persistem em investigação e 83 foram descartados. Este projeto visa descrever aspectos clínicos e epidemiológicos dos casos de microcefalia congênita confirmados no estado do Piauí, entre 2015 e 2016. Para isso, atua em parceria com a equipe do Centro de Referência Estadual para Microcefalias, situado na Maternidade Dona Evangelina Rosa.  

No Portal Fiocruz

Mais Notícias

Voltar ao topoVoltar