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20/04/2018

Panorama da influenza no Brasil é tema de evento na Fiocruz (26/4)


Por: Regina Castro (CCS/Fiocruz)

A Fiocruz promove o evento Influenza: Uma epidemia de todos os anos, na próxima quinta-feira (26/4), das 9h às 13h, no Museu da Vida, no campus de Manguinhos da Fundação (Rio de Janeiro). O encontro terá como objetivo principal apresentar o panorama da influenza no Brasil, os vírus circulantes, os grupos com maior risco de contraírem as formas graves e as medidas de prevenção.  

O debate contará com a presença do Ministério da Saúde, da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro e de representantes do Conselho de Secretários Municipais de Saúde, visando à discussão do cenário atual da doença no Estado. Os profissionais de saúde, em especial aqueles que atuam no campo da vigilância, são o público alvo prioritário. 

A influenza ocorre durante todo o ano, porém é mais frequente no outono e no inverno, quando as temperaturas caem, principalmente no Sul e Sudeste do país. Idosos, crianças, gestantes e pessoas com alguma comorbidade possuem um risco maior de desenvolver complicações. 

O período de incubação da influenza dura de um a quatro dias. Entre os sintomas, estão infecção aguda das vias áreas com quadro febril, calafrios, mal-estar, cafaleia, otite, dor de garganta, sinusite, pneumonia, rouquidão, diarreia e vômitos.

Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2017, foram confirmados 2.691 casos da doença no Estado. Em 2018, até 7 de abril, foram registrados 286 casos em todo o país e 48 óbitos.

“Ao contrário dos boatos que circulam nas mídias sociais, não existe no Brasil uma cepa H2N3 do vírus da influenza. Circulam, atualmente, influenza A/H1N1pmd 09, A H3N2 e influenza B. A vacina contra a gripe protege contra esses três tipos de vírus. Por isso, a vacinação é fundamental”, ressaltou o coordenador de Vigilância e Laboratórios de Referência da Fiocruz, Rivaldo Venâncio.

Atualmente, a vacinação é indicada para indivíduos com 60 anos ou mais de idade, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional, povos indígenas, crianças de 6 meses a menores de 5 anos, profissionais de saúde, pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, gestantes e puérperas.

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