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21/06/2006

Estudo desenvolverá método para diferenciar cepas de peste brasileiras


Estudo pretende desenvolver método para diferenciar cepas de peste brasileiras

Apesar de o Brasil ter desenvolvido um trabalho de controle e vigilância da peste ao longo das últimas cinco décadas, ainda não é possível saber se a linhagem brasileira da Yersinia pestis, bactéria que provoca a doença, sofreu mutações ao longo do tempo, ou até mesmo de um foco para outro. Para poder verificar se isso aconteceu, o Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães (CPqAM) está desenvolvendo um trabalho que visa testar duas técnicas moleculares - a MLVA-PCR e a eletroforese em gel de campo Pulsado (PFGE) - na diferenciação da cepa e no diagnóstico da doença. O intuito é ter uma ferramenta eficiente e que possa ser usada pelo Serviço de Referência em Peste e Hantavírus do centro de pesquisa. Resultados iniciais do projeto mostram que as técnicas são bastante sensíveis e apresentam diferenças entre as amostras analisadas.

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