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02/06/2006

Técnicas moleculares identificam focos de transmissão da esquistossomose


Técnicas moleculares identificam focos de transmissão da esquistossomose

Técnicas laboratoriais avançadas capazes de ampliar o fragmento de uma molécula de DNA em milhões de vezes, chamadas PCRs, podem ser fortes aliadas para o controle de focos de transmissão da esquistossomose, doença conhecida popularmente como barriga d'água e endêmica na Zona da Mata de Pernambuco. Essas ferramentas moleculares conseguem identificar o parasito causador da enfermidade, o Schistosoma mansoni, com mais precisão e sensibilidade que a técnica utilizada há décadas, a morfológica, que consiste em capturar os caramujos de água doce (transmissores da doença) e expô-los à luz para observar se eliminam as larvas (cercárias) responsáveis pela infecção dos seres humanos e, posteriormente, analisá-las em microscópio. Com o diagnóstico molecular, é possível mapear com precisão e rapidez os focos de transmissão de esquistossomose, fator importante para o controle dessa endemia.

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