Início do conteúdo

Indução à pesquisa

Função essencial, a vigilância em saúde constitui, de acordo com a Portaria GM/MS nº 1.378, de 2013, um processo contínuo e sistemático de coleta, consolidação, análise e disseminação de dados sobre eventos relacionados à saúde, visando sua promoção; o planejamento e a implementação de medidas para a proteção da população, com foco especial nos trabalhadores; a prevenção e o controle de riscos, agravos e doenças.

A vigilância em saúde ambiental, por sua vez, abrange o conjunto de ações que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores do meio ambiente que interferem na saúde humana, com a finalidade de identificar medidas de prevenção e controle dos fatores de risco relacionados às doenças ou a outros agravos.

A vulnerabilidade a ameaças de saúde pode ser avaliada pela incidência de doenças infecciosas emergentes e reemergentes, como dengue, influenza pandêmica, SARS, MERS-Cov, Chikungunya, Zika, Ebola e a pandemia global de obesidade. Por isso, o foco primário da saúde pública está no fortalecimento da vigilância, para fornecer alertas precoces e desenvolver ações.

Três direções da vigilância global têm transformado as funções da saúde pública: o papel do novo Regulamento Sanitário Internacional (RSI), de 2005; a emergência de novas networks globais de vigilância em saúde, abrangendo doenças infecciosas e crônicas; e a remodelagem da coleta, disseminação e intervenções da vigilância global em saúde.

Para operacionalizar suas atividades, o Programa conta com o Núcleo de Vigilância em Saúde da Fiocruz (Nuves), que promove fóruns sistemáticos com especialistas de diversas áreas sobre as doenças em foco, monitoradas a partir das informações disponibilizadas pelo Sistema Gerenciador de Ambiente Laboratorial (GAL), em cooperação com a Coordenação Geral de Laboratórios de Saúde Pública da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (CGLAB/SVS/MS).

Voltar ao topoVoltar