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Ações estratégicas

As ações de CT&I em saúde da Fiocruz devem atender às demandas estratégicas em saúde e ambiente do país, além de orientar-se para as prioridades epidemiológicas do Brasil. Tais ações pedem um caráter integrador e estratégico com base em pesquisa translacional, maximizando capacidades, infraestruturas e recursos.

Cabe a VPPCB cumprir os objetivos e ações de CT&I, quais devem ser estruturadas pelo modelo de Programas Translacionais, integrando as pesquisas biológica/biomédica; clínica e de referência; de saúde coletiva; e de desenvolvimento e produção de insumos, com suporte da Rede de Plataformas Tecnológicas da Fiocruz.

Os Programas de Pesquisa Translacional (PPTs) têm foco em dois objetivos claros: melhorar a intervenção e combate a agravo de caráter estratégico para o país; e suprir a Fundação de competência tecnológica como suporte à pesquisa de vanguarda para obter respostas em saúde. Na concepção, translacional, os PPTs da Fiocruz precisam identificar as questões-chave e lacunas de conhecimento e em pesquisa clínica; desenvolver ferramentas que contribuam para o controle do agravo em questão; e mobilizar recursos físicos, humanos e financeiros de modo a maximizar a capacidade institucional e integrar os cientistas internos e externos de diversas especialidades.

Os PPTs visam desenvolver conhecimentos críticos e transversais para soluções de combate à(s) doença(s) em questão, serviços de suporte, protocolos e ensaios clínicos, produtos para diagnóstico, prevenção ou tratamento e estudos sobre como, onde e quando melhor os aplicar. Para isto, cada programa contará com a cooperação das diversas Unidades da Fiocruz, dos cientistas de todas as especialidades, incluindo visitantes, das Plataformas Tecnológicas institucionais relevantes, e das áreas de gestão da Fiocruz, sob a coordenação da VPPCB.

Até o momento, a Fundação propôs 11 PPTs, divididos nas seguintes categorias:

Doenças infecciosas – Doença de Chagas (Fio-chagas), Leishmaniose (Fio-leish), Esquistossomose (Fio-schisto), doenças emergentes e re-emergentes (Fio-Emerge), Tuberculose e outras micobacterioses (Fio-TB);

Doenças e agravos não transmissíveis – Doenças neurológicas (Fio-neuro), Câncer (Fio-Câncer), doenças do metabolismo (Fio-metabol);

Novas tecnologias – Redes Ômicas e Computação Científica em Saúde e Ambiente (Fio-ROCC), Nanotecnologia (Fio-Nano) e Biologia sintética (Fio-BioSin).

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