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Seminário Usos da Maconha: Fiocruz, drogas e democracia


Ao promover o evento, a Fiocruz situa-se na contramão da lógica da guerra às drogas, que se mostrou ineficiente no seu objetivo de eliminar/conter a disseminação do uso de drogas consideradas ilícitas, levando, em vez disso, à criminalização e à estigmatização da pobreza, violação de direitos e militarização da segurança pública, entre outras consequências negativas.

A Fiocruz participa da Comissão Brasileira sobre Drogas e Democracia (CBDD), que tem à frente o presidente da instituição, Paulo Gadelha.

Em maio de 2014, a Fiocruz criou o Programa Institucional Álcool, Crack e outras Drogas (PACD), constituindo um grupo de trabalho com mais de 15 pesquisadores de diversas unidades da instituição, para o apoiar a elaboração de um Plano Estratégico de Trabalho que deverá orientar suas ações na área de álcool e drogas nos próximos anos. Sob a coordenação do pesquisador Francisco Inácio Bastos, o PACD vem levando à frente uma série de iniciativas, entre elas, o III Levantamento Nacional sobre o uso de drogas pela população brasileira, já em curso e que abrangerá todo o país, nas áreas urbanas e rurais. A pesquisa tem como foco os brasileiros entre 12 e 65 anos, de ambos os sexos.

Em fase de conclusão, o livro Saberes e práticas na atenção primária à saúde: Cuidado à população de rua e usuários de crack e outras drogas, coordenado pela pesquisadora Mirna Teixeira, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, reunirá as experiências de equipes de diferentes realidades brasileiras no atendimento a população de rua.

Além disso, foi lançado em 2014 o livro digital digital da Pesquisa Nacional sobre o uso de crack – Quem são os usuários de crack e/ou similares do Brasil? Quantos são nas capitais brasileiras?, organizado por Francisco Bastos e Neilane Bertoni, pesquisadores do Laboratório de Informação em Saúde (Lis/Icict), lançada originalmente em 2013.

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