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O Brasil vive uma epidemia de microcefalia?

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Imagem de topo da página, escrito 'vírus zika: perguntas e respostas', com pequenos desenhos de partes do corpo

O Brasil vive uma epidemia de microcefalia?

19/07/2019
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O Brasil viveu uma epidemia de zika durante o final de 2015 e início de 2016. A doença afetou pessoas de todas as idades, sendo associada à ocorrência de um grande número de casos de zika congênita. A zika congênita se caracteriza pela transmissão do vírus zika da mãe para o bebê, durante a gestação. No feto, o vírus pode levar ao desenvolvimento de malformações do sistema nervoso - dentre as quais tem se destacado a microcefalia. Em novembro de 2015, o Brasil declarou situação de emergência em saúde pública devido ao aumento da ocorrência de casos de microcefalia. Em seguida, a Organização Mundial de Saúde lançou um alerta epidemiológico, destacando a possibilidade de desenvolvimento de malformações neurológicas congênitas associadas à infecção de gestantes pelo vírus zika. Aqui no Brasil, o fim da emergência nacional para a doença foi anunciado pelo Ministério da Saúde em maio de 2017, diante da redução do número de casos de zika. Em 2017 e 2018, foram registrados no país, respectivamente, cerca de 17 mil e 8 mil casos. 

 

Fontes: Rivaldo Venâncio, infectologista e diretor da Fiocruz Mato Grosso do Sul; Ministério da Saúde; e Organização Mundial da Saúde; Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde


 

 

O que está ocorrendo no Brasil é uma epidemia de zika, doença que pode afetar pessoas de todas as idades, e que também tem sido associada à ocorrência de um grande número de casos de zika congênita. A zika congênita se caracteriza pela transmissão do vírus zika da gestante infectada para o bebê, antes do nascimento. No feto, o vírus pode levar ao desenvolvimento de malformações do sistema nervoso - dentre as quais tem se destacado a microcefalia. Em novembro de 2015, o Brasil declarou situação de emergência em saúde pública devido ao aumento da ocorrência de casos de microcefalia. Em seguida, a Organização Mundial de Saúde lançou um alerta epidemiológico, destacando a possibilidade de desenvolvimento de malformações neurológicas congênitas associadas à infecção de gestantes pelo vírus zika.

 

Fontes: Rivaldo Venâncio, infectologista e diretor da Fiocruz Mato Grosso do Sul; Ministério da Saúde; e Organização Mundial da Saúde

 

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