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Fiocruz Ceará: Saúde e ambiente


Atualmente a equipe conta com cinco doutores, um mestre e treze bolsistas de pesquisa e estagiários.

Linhas de pesquisa

1.    Saúde das populações do campo, floresta e das águas

2.    Saúde, Ambiente e Sustentabilidade

3.     Saúde, Saneamento, água e convivência com o semiárido

4.    Ecologia de saberes

A área de saúde e ambiente da Fiocruz Ceará desenvolve ações de pesquisa, ensino, cooperação e produção compartilhada de conhecimentos com foco nas populações do campo, da floresta, das águas e de áreas urbanas vulneráveis priorizando os seguintes eixos: impactos de grandes empreendimentos; saúde, saneamento, água e direitos humanos; atenção primária em saúde, ambiente e trabalho; formas sustentáveis de usufruto do território e sua relação com a saúde .

A Rede de Saúde, Água, Saneamento e Direitos humanos para o Semiárido,liderada pela Fiocruz Ceará em parceria com instituições acadêmicas e movimentos sociais está desenvolvendo um Projeto que, dentre suas ações está a organização de uma especialização sobre Educação Popular, Promoção e  Vigilância da Saúde no contexto da convivência com o semiárido. Esse projeto é financiado pelo Ministério da Saúde (R$ 619.000,00) e teve início em 2018, sendo potencializado pelas redes de Educação Popular e Agroecologia/convivência com o Semiárido.

Outra ação estratégica é o Projeto de Pesquisa Ação no entorno do Pólo Industrial Tecnológico da Saúde do Ceará, Brasil: interfaces entre a comunidade, território e a saúde da família, ambiente e trabalho. Esse projeto teve seu início em 2017 e já gerou vários sub projetos como: avaliação da inserção da saúde nos estudos ambientais do PITs; resistência cruzada agrotóxicos-antibiótico na avaliação dos impactos ambientais de diferentes sistemas de manejo agrícola, estudo de caso em Eusébio; e Acidentes de Trabalho - estudo qualitativo das práticas dos Agentes Comunitários de Saúde em Eusébio. 

Uma iniciativa de destaque é a participação no GT da Secretaria de Estado do Meio Ambiente para a criação da Unidade de Conservação da Lagoa da Precabura. A Fiocruz tem contribuído no estímulo a intersetorialidade, na participação social e na identificação da saúde como um tema que contribua para justificar a criação de uma unidade de conservação que engloba a maior lagoa da Região Metropolitana de Fortaleza, um ecossistema sensível e que precisa ser conservado para usufruto da população.

O Observatório de Saúde das Populações do Campo, Floresta e das Águas (Obteia)é uma outra parceria da Fiocruz Ceará com o NESP da UnB. Em 2018 irá ocorrer devolutivas de pesquisa em 10 territórios no Brasil (Tauá -Ce, Ilha de Maré -Ba e Nova Santa Rita - RS – já realizadas e Rio Verde-Go, Cumbe-Ce, Melgaço-PA, Quilombo do Campinho-RJ, Vale do São Francisco-PE, Grão Mogol-MG, Babaçulândia-TO. Dentre os projetos de pesquisa do Obteia no Ceará está a Pesquisa avaliativa da implementação da PNSIPCFA no Ceará – dados quantitativos; Revisão integrativa de 2000 a 2017 de indicadores qualitativos em saúde rural e Análise da Saúde e da Estratégia da Saúde da Família da população do campo, floresta e das águas na visão dos movimentos populares do Ceará.

Também está sendo desenvolvida uma parceria com a área de Saúde da Família da Fiocruz Ceará no Desenvolvimento do Projeto de Avaliação do Impacto na Saúde do Complexo Industrial e Portuário do Pecém por meio de oficinas de cartografia social envolvendo mais de 30 comunidades. 

Uma importante conexão da área de saúde e ambiente voltada para o desenvolvimento tecnológico regional e a favor da vida está nas ações de cooperação técnica como o Convênio com o NUTEC - Fundação Núcleo de Tecnologia Industrial do Ceará para o desenvolvimento de uma plataforma de spectometria de massas e a creditação para ISO 17025 de seu laboratório multiusuário. Isso poderá ampliar e qualificar a capacidade do Estado do Ceará na identificação de resíduos de contaminantes químicos como os agrotóxicos de interesse para a saúde. Também começa a se estruturar ações para que o laboratório da Fiocruz Ceará possa contar com uma plataforma de toxicologia experimental voltada para a questão dos agrotóxicos e de contaminação da água.

Como novas perspectivas para área destaca-se a criação do  GEPPS -Grupo de Estudos e Pesquisas participativas em saúde e dentre os eventos estratégicos esperados estão o Seminário Internacional Seca e Saúde e o Seminário sobre  Pesquisa e Ecologia de Saberes. 


Equipe da Fiocruz Ceará

 

Contatos:
Ana Claudia de Araújo Teixeira (ana.claudia@fiocruz.br)
Angela  Christina de Moraes Ostritz (angela.ostritz@fiocruz.br)
Fernando Ferreira Carneiro (fernando.carneiro@fiocruz.br)
José Luis Passos Cordeiro (jose.cordeiro@fiocruz.br)    
Margareth Borges Coutinho Gallo (margareth.gallo@fiocruz.br)

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