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19/04/2017

Fiocruz em Brasília: diversidade marca a atuação na capital do país


Por Nathállia Gameiro e Mariana Lima/Fiocruz Brasília

Brasília comemora 57 anos nesta sexta-feira, dia 21 de abril. Para celebrar esta data, a Fiocruz apresenta o trabalho que realiza no Distrito Federal.

A Fiocruz é uma instituição de ensino e pesquisa em saúde, presente em dez estados brasileiros e com um escritório em Maputo, Moçambique. Na capital da República, a instituição fica localizada no Plano Piloto, no campus da Universidade de Brasília, na Asa Norte. Os pesquisadores trabalham temas como alimentação, bioética, epidemiologia, saúde mental, comunicação em saúde, direito sanitário, evidências epidemiológicas, educação e cultura, saúde do trabalhador, cooperação internacional, sustentabilidade, clima e saúde, avaliação de tecnologias em saúde, agrotóxicos, leishmanioses, entre outros. Conheça um pouco mais de cada programa. Ela abriga também a Escola Fiocruz de Governo, que oferece cursos livres, atualizações e pós-graduação lato e stricto sensu.

 

A instituição atua em diversos locais na região do Distrito Federal, como na Ceilândia, Vicente Pires, Taguatinga, Gama, Sobradinho, Brazlândia, Estrutural, Guará, Núcleo Bandeirante, Park Way, Candangolândia, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião e Fercal. Para a pesquisadora Tatiane Novais, a atuação da Fiocruz Brasília no Distrito Federal traz mudanças pois ajuda a construir a identidade das pessoas que moram nos locais que recebem os projetos, cria espaços e aumenta o sentimento de pertencimento nas pessoas. “Elas se sentem mais fortes e juntas conseguem transformar e mudar o território, resolver os problemas de forma coletiva”, explicou. A pesquisadora trabalha com o projeto Redes sociais locais, que reúne comunidades e pessoas que representam alguns serviços públicos para discutir temas importantes para a região, como saúde, educação, segurança e transporte.

A diversidade é grande, já que alguns projetos trabalham nas feiras populares, em comunidades escolares do ensino médio da rede pública, institutos federais, comunidades quilombolas e diversos públicos como movimentos sociais do campo e da floresta, gestores da saúde, assistentes sociais, crianças com síndrome congênita da zika e suas famílias e trabalhadores da saúde. Conheça alguns projetos de pesquisa

A coordenadora do Programa de Educação, Cultura e Saúde, Luciana Sepúlveda, esclarece sobre os projetos que a Fiocruz Brasília desenvolve. Para ela, os projetos e pesquisas só fazem sentido na medida que são construídos para habitantes do território. “A Fiocruz tem dimensão nacional e o nosso compromisso é com quem está do lado da gente, também escutando o que eles têm de demanda para a instituição”, afirma Luciana.

Por meio dos projetos percebe-se que a instituição tem um espaço na cidade. Os projetos desenvolvidos servem para compartilhar o conhecimento e fortalecer o campo da saúde nas escolas. Também inspiram para que as escolas organizem feiras, e até voltar a desenvolver projetos que professores deixaram de lado, tudo isso por intervenção da Fiocruz Brasília. “Temos influência na vida das pessoas, ou seja, temos impacto, tanto que empoderamos que os jovens têm forças para atuar no ambiente escolar, por exemplo com o grêmio estudantil”, finaliza a coordenadora do Pecs.

Lançamos hoje, dia 18 de abril, na nossa página no Facebook, a série A Fiocruz em Brasília, que conta a história das jovens Camila Rodrigues, Erika Carvalho e Mikaella Costa, que participaram de três projetos da instituição. Iniciaram em 2013, quando estudavam em uma escola pública de Sobradinho e atuaram no Programa Saúde na Escola, no Fórum Ciência e Sociedade e no estande da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.

Veja a mudança nesses três anos e como a Fiocruz influenciou na vida delas. Confira o vídeo também no Youtube

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